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IPTV: bilhões de dólares em oportunidades

A sigla IP ao lado da TV muda tudo -  e abre oportunidade para um mercado mundial de US$ 250 bilhões em mídia de massa

por Institucional MTEL

IPTV é uma forma diferente de fazer a transmissão de imagem dos televisores. Essa sigla “IP”, que vem junto da “TV”, significa que existe um protocolo de internet por trás do aparelho. Ele permite a transmissão das imagens e do som não mais da maneira convencional, com antena ou cabo, mas pela web.

Isso é possível graças a um aparelho chamado de set-top box, que fica conectado à TV. Para conseguir assistir aos programas, é necessário possuir um bom serviço de banda larga com, no mínimo, 4 Mbps de velocidade. Os conteúdos são enviados por streaming, mas não são distribuídos desta maneira, o que garante a alta qualidade da imagem e do som e diferencia a IPTV da WebTV.

Como funciona

Os seguintes componentes fazem a diferença na IPTV:

  • DRM: é o sistema de criptografia que garante a proteção do conteúdo durante a transmissão para evitar que canais fechados sejam interceptados.
  • Set-top box: É o aparelho que recebe a chave para descriptografar este conteúdo, quando uma empresa de TV entra em um acordo de IPTV.
  • CDN (Content Delivery Network): como o conteúdo a ser distribuído está em algum lugar do Brasil e viajará via banda larga, muita coisa pode acontecer e atrapalhar a transmissão do vídeo. O CDN, rede de entrega de conteúdo, numa tradução livre, faz o “cache” e garante que o programa seja assistido com qualidade – é graças a isso que, diferentemente da WebTV, a distribuição não ocorre por streaming.

A IPTV romperá com os meios atuais de contratação e transmissão dos canais. Não será mais preciso adquirir uma assinatura e a infraestrutura para a transmissão será baseada em conexão com a internet. Desta forma, qualquer provedor, aliado a uma TV, poderá fornecer o serviço, independentemente da localização geográfica.

“No cenário atual, as empresas do setor têm feito investimentos principalmente na ampliação das redes de fibra óptica, afinal, são fundamentais para que a IPTV chegue à casa dos brasileiros. Estas redes são as mais utilizadas porque são menos suscetíveis à interferência eletromagnética e ainda possuem a capacidade de transmitir uma grande quantidade de dados,” afirmou, em artigo publicado em 2012 no site da consultoria Teleco, João Moretti, da Mobile People.

 E o Brasil com isso?

O instituto norte-americano M Research Group apresentou um estudo que dá uma ideia do potencial desse novo negócio. Aqui está a evolução no número de provedores de serviços, por região:

Região 2012 2013
América do Norte 478 485
América Latina 33 40
Europa 250 258
Oriente Médio/África 32 38
Ásia Pacífico 129 134
Total 922 955

Veja como a América Latina (não há dados abertos do Brasil) pode crescer nesta questão. O site de notícias Teletime divulgou pesquisa da Frost & Sullivan agora, em 2014, estimando que o mercado de TV por assinatura deve chegar ao final deste ano com cerca de 20,8 milhões de assinantes. Seria um crescimento de cerca de 15%. A novidade do estudo é que ele começa a projetar uma participação maior das empresas que operam com a tecnologia de IPTV, que chegariam a 200 mil assinantes.

Aqui as coisas caminham mais devagar, por causa de alguns entraves regulatórios. Contudo, algumas operadoras já começam a criar ofertas. A primeira delas foi a Brasil Telecom, em 2007, mas com diversas restrições.

Há dinheiro novo dentro deste mercado. Além da receita dos próprios novos consumidores pela contratação do serviço e investimentos em infraestrutura para permitir o acesso à banda larga. Outra pesquisa global, desta vez da consultoria Insight, indica que, no mundo, IPTV pode gerar cerca de US$ 250 bilhões em anúncios de massa.

É um dinheiro do qual não dá para abrir mão!

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Institucional MTel

Uma das mais bem preparadas empresas de implementação, integração, operação e outsourcing de redes convergentes de voz, dados, imagens e segurança no Brasil.

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