+55 11 4134-8000   |   0800 709 2083 (Suporte)   |   contato@mtel.com.br   |  

Blog

Imagem ilustrativa para o post "A evolução do “Everything as a service” e do “Networking as a service”"

A evolução do “Everything as a service” e do “Networking as a service”

Com novos formatos de contratação de serviço em vez de aquisição, TI se torna mais acessível

por Institucional MTEL

Houve um tempo em que somente grandes empresas, com bastante capacidade de caixa, podiam investir em tecnologia da informação. Nesta época, comprar uma simples licença de software, por exemplo, era algo fora de cogitação para boa parte das companhias e, até mesmo, pessoas físicas, por conta dos altos custos de entrada.

Nos anos 2000, com a massificação do acesso à internet no mundo e a chegada do modelo “as a service”, as coisas começaram a mudar de figura. Foi o pontapé para o que hoje é conhecido como Everything as a Service (ou Xaas, como está na sigla em inglês).

“Estamos vivenciando um momento de transformação na indústria de TI. As (r)evoluções tecnológicas como cloud computing, mobilidade, big data etc., estão mudando o setor de forma radical. Na prática, se observarmos bem, a indústria caminha na direção do ‘Everything as a Service’. Isto muda em muito a sua estrutura e os atuais modelos de negócio, abalando as empresas tradicionais”, comentou, em um post de blog, Cezar Taurion, que por 15 anos foi evangelista-chefe da IBM.

Taurion cita um estudo da IDC em que o investimento no que ele chama de terceira plataforma (CAMS- Cloud, Analytics, Mobile e Social) tende a crescer 11,7% ao ano até 2020, contra 0,8% de crescimento do modelo atual, a segunda plataforma (modelo on-premise, client-server). Conforme a pesquisa, dentre as grandes corporações, aquelas com mais de mil funcionários e geralmente consideradas arredias quanto à adoção de inovações, 31% já optam pela estratégia de “cloud first”.

Neste contexto, surge Network as a Service, ou Naas. Ele segue as mesmas premissas dos demais “as a service”: em vez de comprar hardware, cabos e contratar profissionais que entendam de networking, o cliente recruta uma empresa que fornece tudo isso para ele. O custo de renovar os equipamentos e treinar funcionários fica, então, com o fornecedor.

O ciclo de vida de servidores, segundo comportamento de mercado, é de dois a três anos. Ou seja, neste intervalo de tempo, surge uma nova tecnologia de ponta, com uma série de especificações adicionais. Para um produto deste tornar-se totalmente obsoleto - não conseguir atender minimamente às necessidades da empresa, precisando ser trocado - a média é de um total de oito anos.

Contratando um serviço de Naas, a empresa deixa de se preocupar com as especificações técnicas dos componentes da rede, se eles devem ser trocados ou não, por exemplo, terceirizando toda a gestão e manutenção do parque com os fornecedores.

Este novo modelo de compra ganha força especialmente pelo forte impacto que os custos com rede e infraestrutura têm sobre as corporações. Outra pesquisa da IDC, datada de 2013 com previsões até 2017, indica a força do setor de networking para os próximos anos. Conforme a entidade, o mercado mundial de redes e infraestrutura cresceu 6,5% em 2013, atingindo US$ 44,3 bilhões. Switching Ethernet, por sua vez, cresceria 6%, representando 45,8% de todos os gastos da empresa com networking.

Em um terceiro estudo, “Networking Skills in Latin America”, a consultoria afirma acreditar que “entregar serviços de network por meio da nuvem ganhará mais força e, em alguns casos, será uma base para a próxima geração de provisionamento de rede e modelos de delivery (...). Se o‘everything as a service’ é o mantra para a nova TI, então networking as aservice será vista de forma ainda mais favorável”.

O que você acha?

Foto de Institucional MTel

Institucional MTel

Uma das mais bem preparadas empresas de implementação, integração, operação e outsourcing de redes convergentes de voz, dados, imagens e segurança no Brasil.

Qual a sua opinião?